Borges Auto · Showroom Premium · 2026
V12 Naturalmente Aspirado · 725 cv · SUV del Diavolo
Os faróis Matrix LED recortam o ar com precisão cirúrgica. A grelha Cavallino engole cada átomo de oxigênio disponível para o V12 aspirado.
Proporções de berlineta num corpo SUV. Uma contradição impossível que Maranello tornou real. Nenhum outro existe no mundo.
O capô longo é uma declaração silenciosa: aqui vive um V12. A geometria orgânica flui do teto às caixas de roda como uma escultura viva em alumínio.
Quatro pontos rútilos anunciam V12 após V12 pelas ruas. O Cavallino Rampante gravado no centro é assinatura irrefutável de Maranello.
Painel bipartido. Tela central flutuante. Volante de corrida GT. Toda tecnologia de Maranello aplicada num interior que respeita quatro almas.
Motor 12 cilindros naturalmente aspirado. O rugido mais puro do automobilismo. Sem turbo, sem filtros — apenas física em estado bruto.
SUV de mais de dois mil quilos que envergonha esportivos puros. A física curvada pela engenharia italiana em sua forma mais sublime.
Aerodinâmica ativa com flap dianteiro e traseiro. Um SUV a 310km/h mantendo as quatro rodas coladas ao asfalto em todo o percurso.
Sistema inteligente divide torque entre eixos em microssegundos. Controle absoluto de tração em qualquer condição de pista ou estrada.
Monocoque em alumínio aeroespacial. Estrutura híbrida ultra-rígida idêntica à arquitetura dos GT de competição de Maranello.
Quatro passageiros. Quatro portas. Zero compromisso de desempenho. O primeiro Ferrari com quatro portas em 75 anos de história.
O maior motor V12 Ferrari de estrada já produzido. 6496cc. Cada centímetro cúbico é uma obra-prima individual de engenharia.
Sistema de terceira geração. Adapta a dureza de cada amortecedor em tempo real a cada variação mínima de superfície ou curva.
O V12 canta até 7750 RPM. O som que chega a essa rotação é considerado fenômeno cultural pela Câmara de Comércio da Itália.
V12 6.5L · 770 cv · Touro de Sant'Agata
O splitter afiado racha o ar antes que ele perceba. Narinas colossais alimentam o V12 com volumes industriais de ar frio e denso.
Portas que abrem para o céu. Linhas cortantes que parecem machucar o ar parado. Cada nervura tem função real testada em túnel de vento.
O motor é obra de arte exibida através do vidro traseiro. 12 cilindros dispostos em V a 60°. Sons que a natureza jamais criou sozinha.
Quatro escapamentos centrais em titânio. A simetria absoluta prova que nenhum cilindro trabalha mais que outro. V12 em equilíbrio perfeito.
Vista de cima: pura forma de flecha sem uma curva supérflua. A cunha angular de Bertone e Gandini vive em cada milímetro desta carroceria.
Doze cilindros em V a 60°. Motor de alta rotação naturalmente aspirado sem qualquer assistência artificial. Pureza em forma de potência.
ISR — Independent Shifting Rods. Troca de marcha mais rápida de uma caixa não-dual-clutch. 50 milissegundos por troca completa.
Com carga aerodinâmica ativa. O V12 chega a 8.350 RPM antes de bater no limitador eletrônico, produzindo um som de outra dimensão.
Haldex de quinta geração. Distribuição de torque instantânea entre eixos para manter estabilidade em qualquer ângulo de curva.
Monocoque integral em fibra de carbono forjado. O chassi mais leve e rígido do segmento. A Lamborghini inventou o processo forjado.
O som do V12 a 8.350 RPM foi classificado como fenômeno sonoro pelo Instituto Alemão IFA. Literalmente inimitável por qualquer máquina.
Processo forjado exclusivo Lamborghini. 20% mais leve e 3× mais rígido que alumínio. Material de satélites espaciais aplicado à estrada.
Independent Shifting Rods: tecnologia de competição GT3. Cada marcha encaixada por atuadores mecânicos independentes em 50 milissegundos.
Quatro saídas centrais simétricas em titânio aeronáutico. Sem silenciador convencional. Tubagens de alta fluidez com contra-pressão zero.
V8 Biturbo · 730 cv · O AMG mais extremo de sempre
O splitter de carbono abrasa o asfalto antes que ele perceba. Faróis LED que olham como predador noturno. A estrela nunca foi tão ameaçadora.
Cada painel da carroceria é fibra de carbono seco. As saídas de ar nas laterais alimentam freios cerâmicos de corrida. Zero ornamento.
O M178 LS2 é derivado diretamente do motor da Fórmula 1 da Mercedes. Dois turbos, cabeçote plano — engenharia de competição com placa de trânsito.
A asa traseira de três posições gera carga aerodinâmica real. Ao lado: difusor de corrida e quatro saídas centrais que soam como GT3 de Le Mans.
Vista de cima a forma GT é pura obsessão de túnel de vento. Capô longo, teto baixo, traseira larga. Cada centímetro existe por uma razão.
O M178 LS2 derivado da Fórmula 1. Cabeçote plano, dois turbos de fluxo duplo. O motor V8 mais potente que a AMG jamais produziu para estrada.
Lançamento controlado pela tração traseira. O diferencial mecânico variável AMG distribui torque com precisão de milissegundo em cada saída de curva.
Asa traseira em posição 3 retrátil em alta velocidade. O mesmo princípio dos GT3 que vencem 24 horas de Nürburgring ano após ano.
Capô, teto, difusor, splitter, asas e painéis laterais em CFRP seco. O mesmo processo do carro de segurança da F1 comandado pela AMG.
Mais leve que o GT R Pro que o antecedeu. Estrutura de alumínio espaçal com reforços de aço de ultra-alta resistência nos pontos críticos.
Sem AWD. Sem concessões ao conforto. Diferencial mecânico de deslizamento limitado para máxima performance em pista com piloto treinado.
Freios cerâmicos de carbono CCB, rodas de magnésio forjado, escapamento em titânio e assento AMG Petronas de fibra de carbono de série.
Amortecedores de frequência seletiva AMG com ajuste manual de nove posições. Configura-se de grand touring até pista de corrida sem ferramentas.
790 Newton-metros disponíveis de 2.000 a 6.000 RPM. Curva de torque plana de corrida que empurra você no banco durante toda a aceleração.
V12 Biturbo · 612 cv · O Topo da Civilização
A grade Maybach vertical cromada com 76 barras paralelas é declaração de soberania. A estrela de três pontas paira no centro como coroa.
5,46 metros de puro respeito. O entre-eixos estendido cria um salão traseiro que humilha jatos particulares de curta distância.
O teto duplo em cristal Swarovski opcional filtra luz como um vitral florentino. Visto de cima, as proporções imperiais não têm paralelo no automobilismo.
As luzes horizontais traseiras assinam a silhueta como uma joia. Atrás das portas traseiras: dois tronos recináveis a 43°, champanhe gelado e silêncio absoluto.
Rodas de 21 polegadas bicolor com pintura exclusiva. A suspensão Magic Body Control lê o asfalto com câmeras e elimina solavancos antes de acontecerem.
O único V12 biturbo ainda produzido em série no mundo. Doze cilindros em linha. Cada um montado e equilibrado à mão em Affalterbach.
Dois mil e trezentos quilos lançados com suavidade absoluta. A aceleração não se sente como força — sente-se como o mundo que recua discretamente.
Limitado eletronicamente. O V12 tem capacidade real estimada de 280km/h. A limitação existe por respeito aos ocupantes, não por falta de potência.
O entre-eixos estendido de 3,396m cria 150mm extras de espaço traseiro versus o S-Class padrão. Suficiente para cruzar pernas em qualquer assento.
Câmeras escaneiam o asfalto a 100km/h e pré-ajustam cada amortecedor antes da roda atingir o obstáculo. Tecnologia criada para a Classe S de 2014.
Mil Newton-metros. A mesma cifra de caminhões pesados. Disponíveis a partir de 1.800 RPM para um torque que move montanhas com silêncio de catedral.
Poltronas Executive traseiras reclinam a 43,5 graus com suporte de pernas automático. Massagem shiatsu, aquecimento e ventilação em 10 zonas independentes.
Com a eletrificação, este é um dos últimos V12 aspirados de produção. Um artefato histórico com placa de trânsito — e 612cv de argumento irrefutável.
As rodas traseiras viram até 4,5° para reduzir o raio de giro. Um carro de 5,46m manobra como um de 4,5m. A engenharia que resolve o impossível.
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